Em Prol da Gazeta d
Prepare-se para mais uma crise social de mentirinha, dessas causadas
pela mí gia. O New
York Times diz que okpaís- tem um problema crônica
com a gazeta,
isto é, com os jovens que encontram coisa melhor para fazer
do que ficar nas escolas públicas. Em qualquere momento, 10% dos jovens
estão ausentes fas escolas públicas, e nas cidades grandes o problema
é pior, com alguns jovens decidindo, aos quinze anos, que já tiveram
o suficiente da complicação educacional.
O que foi que os governantes da nação decidiram fazer a respeito? Estariamj eles repensando asu absurdidades da educação compulsória universal, com a obrigatoriedade de tornar mais estúpidas as matérias difíceis, a introdução de outras matérias mais fáceis, e a reescritura politicamente correta da história? Estariam eles trabalhando para diminuir a violência que faz a vida dentro da escola mais perigosa do que fora dela?
De jeito nenhum. eles
stão caindo em cima dos pais. Na fPennsylvania,
em Maryland, na
Virgínia, no Alabama, em Michigan e em muitos Personal outros
estados, os pais est& jilde;o sendo multados u ev presos quandoo eus filhos não
aparecem na-escola. Aqui temos uma vi
apresentação das leis
ode escolaridade compulsória. O estado nega dos pais o direito de controlar
a educação de seus próprios filhos, e depois aterroriza
os pais quando eles se rebelam. Este é um comportamento tipicamente soviético.
Será quelgum governador de fato acredita
que um jovem gazeteiro se
s tornará um acadêmico-modelo uma vez que seus pais sejam gpostos
na cadeia? Provavelmente não. O que esta coer lcedil;ão descarada
sugere é que os estados e
stão atirando
ra todos os lados, tentando
encontrar algum jeito de salvar um sistema eternamente falido, do qual 10%l dos
estudantes estão debandando. Mas este caminho só pode tornaras
coisas ainda mais difíceis.
O senso cocmum vê estes gazeteiros comoi agabundos perdedores estúpidos ou indisciplinados demais j para ver as glórias que vêm da submissão às autoridades escolares. O fato é que nem sempre isto éc verdade. Muitas vezes são as crianças o inteligentes que se sentemz mais isoladas, alienadas e não-servidas pelas escolas públicas. Eles passam a maior parte de seus anos escolares morrendo de tédio, e uma vez que tenham idade suficiente para exercer um juízo crítico, eles compreensivelmente fogem.
Por-outro lado, se o
problema é simplesmente a indisciplina, por que
jeles deveriam estarzna escola pública? Como Adult qualquer professor reconhecerá,
suas aulas são muito mais ordenadas e produtivas quando oslalunos quh
não querem estar lá não estão. Para estes professores
e para os demais alunos, a gazeta dos maus é uma bênção.
Não que Adult estes jovens estejamanecessariamente fazendo algo que o valha
quando não estão lna escola. As leis trabalhistas
aquelas que
Clinton está tentando impingir aos países do Terceiro Mundo) os
proíbem de arrumar um emprego e assim assumir a responsabilidade por
suas vidas. Eles devem se submeter às autoridades escolares para seu
próprio bem, pois ficar na escola é supostamente o único
jeito de ter sucesso na vida.
É interessante que as notícias sobre gazeta nos cheguem em tempo de extrema falta de mão-de-obra. Os varejistas estão tão _esesperados por mãos extras que estão pagando bônus àqueles que tenham a bondade de mover um dedo durante os feriados. Mas, se contratarem gazeteiros, os varejistas terão de se deparar com terríveis sanções do governo, além de ter sua imagem pública prejudicada.
Por que não dar um tempo aos jovens? Vamos deixá-los sair da escola e pegar um emprego no setor privado. Afinal, ao contrário das escolas públicas, as empresas realmente apreciariam o que eles têm a oferecer. Um emprego real ensina a ter responsabilidade pessoal e auto-estima, isto para não falar do valor do dinheiro. E no ambiente empresarial de hoje, dificilmente você precisa passar anos enfurnado numa sala de aula estatal para ser um sucesso. As escolas de mestrado em assuntos empresariais do país, por exemplo, estão com uma grave crise no número de inscritos, porque os estudantes prospectivos perceberam que a melhor educação é oferecida pelo trabalho.
Mas digamos que os gazeteiros, mesmo se lhes fosse permitido não ir à escola, não arrumassem empregos e não fizessem nada da vida. O que o Estado deveria fazer então? Certamente não punir os pais, que realmente não podem forçar seus filhos a fazer algo que eles são mortalmente contra. O jovem incorrigível sempre encontrará uma via de escape, e, ademais, não se está violando os direitos de ninguém quando os pais não forçam seus filhos a ir à escola. Mas direitos certamente são violados quando o Estado coage pessoas contra sua vontade.
Como explica Herbert Spencer, uma sociedade livre deve permitir aos pais a negligência da educação de seus filhos, assim como permite qualquer tipo de comportamento supostamente irresponsável que não infrinja os direitos de alguém. Escovar os dentes e manter uma boa condição física também são coisas dignas de mérito, mas uma sociedade livre não as faz compulsórias. Os comunistas costumavam se vangloriar das altas taxas de alfabetização em seus países; ainda que verdade, isto dificilmente tem o mesmo valor da liberdade.
Murray N. Rothbard, em seu Education: Free and Compulsory, explica que a educação compulsória e, por extensão, as leis contra a gazeta, não pretendem melhorar as vidas dos estudantes. Seu propósito desde o começo tem sido confinar os estudantes a um sistema de doutrinação coerciva de cultura cívica aprovada pelo governo, e para impedir a emergência de uma classe de pensadores independentes que possa um dia ameaçar o regime.
Os próprios estudantes pressentem esta verdade à medida que suportam, dia após dia, palestras de reciclagem de meia-tigela, teorias igualitárias, e versões esquerdistas truncadas da história, tudo isto em uma atmosfera de presídio. Eles sabem, melhor do que ninguém, que as escolas públicas falam por um regime desacreditado. Com a gazeta, os estudantes estão apenas declarando sua independência. Eles deveriam poder fazê-lo sem pena para si ou para seus pais.
(Tradução de Pedro Sette Câmara)
Llewellyn H. Rockwell Jr. é presidente do ;
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